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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Yod se aventura com "Scooby Doo Mystery" - SNES Review

"Scooby Doo... Cadê você? "

                    
E AI PESSOAL!


 Como o título já diz o jogo de hoje será Scooby Doo! Ele não foi um clássico do SNES, mas posso afirmar que é um ótimo jogo, principalmente para os fãs das série animada. Vamos começar então?


O jogo é bem curto e é dividido em 4 mistérios. Eles são:

  • Mistério de Matt-um-olho-só
  • Mistério do Palhaço Fantasma
  • Mistério do Monstro de Piche (como no desenho animado)
  • Mistério de Conde Bagosi 


....e como na maioria dos jogos da época não há seleção de fases. É necessário terminar o primeiro mistério para iniciar o segundo, e assim por diante.



       
        A ideia do jogo é simples. Salsicha e Scooby precisam ajudar o time a desvendar os mistérios(ou seja, você, jogador vai ter que fazer absolutamente tudo) e para tanto precisam coletar pistas e outros itens espalhados pelo mapa e é claro que durante a busca monstros aparecerão para atrapalhar nas horas mais inoportunas... É leitores, a vida não é justa.
       





           Continuando. Para resolver os mistérios a dupla de assustados deve  levar as pistas até  Velma para que ela as analize e desvende o mistério, após isso, os outros itens pertinentes devem ser entregues ao Fred que consruirá uma armadilha para prender o Fantasma/Monstro e finalizar a fase!UHUL!... Mas e  Daphne? Ela não é importante? Como de costume,ela tem um papel bastante secundário: ela dá ao jogador  caixas de "Biscoitos Scooby". Está certo que essas caixas impedem que você, literalmente, morra de medo ( O HP do jogo é uma barra de susto), ENTRETANTO é possível encontrar caixas de biscoitos pelo mapa então, Daphne que me perdoe, mas a ruiva patricinha é totalmente dispensável (Hahahahha).  







              Os controles do jogo são muitos! O botão 'Y' faz com que a dupla corra, 'B' pula, 'A' usa itens, 'Select' os seleciona, 'X' fareja o chão, 'L' abre o mapa, 'R' inicia diálogos e por fim 'Start' pausa.De começo eu me perdia um pouco porque até o botão "Select", que em geral não tinha uso (...acho que nem hoje tem uso direito), tinha função nesse jogo. Mas é fácil de se acostumar... apesar de que algumas vezes a resposta ao comando não é imediata ( ou meu botão de 'select' está um pouco velho, hehe)
       


             O gráfico de jogo é o típico  da era 16 bit ( aida mais por ser uma ilustração). Tudo muito simples, nada elaborado... e é disso que o povo gosta. Os cenários foram bem desenhados e os sprites dos personagens  também ficaram bons, exceto o de FRED. O homem fica sorrindo sem parar, em todas as cenas , em todos os mistérios... cheguei quase a cogitar um envolvimento dele com os criminosos.


   
  Outras considerações:
               
                De todos, o mistério que eu mais gostei foi o do vampiro. Primeiro ponto: o Fred não ficava me importunando pedindo coisas a todo instante e também porque eu não precisava ficar jogando baldes em cima de ratos para a Daphne passar ( a troco de NADA, essa ruiva só dá prejuízo e dor de cabeça). Segundo ponto: a Velma ficava comigo o tempo todo e eu não precisava ter que vasculhar o prédio todo para descobrir em que sala escondida ela tinha se metido. Terceiro e último ponto: Foi divertido correr do monstro pelo corredor da mansão( o pirata se arrastava, o palhaço e o monstro de piche corriam muito rápido e davam dano constante)!


                Os standard minigames  são até que bacaninhas. No primeiro o scooby precisa fazer um super sanduíche pegando os ingredientes que o salsicha joga da geladeira e no segundo o salsicha precisa martelar a cabeça de monstros que saem de vasos ao seu redor. São joguinhos 'divertidinhos' que acrescentam alguns pontos extras no seu score. Mas na tela  do circo há o minigame  mais legal, que é uma descida num escorregador no qual o Salsicha e o Scooby precisam pular algumas minas e coletar caixas de biscoitos( esse é o melhor).
       









       Para os apressadinhos eu vou deixar uma coisa especial! PASSWORDS! Acho que se funciona no meu... funcionará no de vocês, mesmo que seja ROM ( o sistema de dados é o mesmo né)

Fase 2: TDBKSRQ
Fase 3: XLWPMTC
Fase 4: NBKSDLV

Se gostaram da nossa conversa clique em "curtir/like" para nós sabermos que você existe! E também nos ajuda na divulgação do blog! Muito obrigado pela atenção e vejam a galeria abaixo.


Yod e Salsicha



sábado, 1 de dezembro de 2012

YOD se aventura com : DK Country 3!

Olá olá! Antes de começar a escrever sobre o jogo gostaria de avisar que a maneira como irei tratar os Reviews de games antigos mudará. Escreverei me dirigindo diretamente a você leitor e descreverei minhas experiencias ao reviver a aventura do jogo em questão. Então.. vamos começar?






         Meu primeiro jogo da série( esse é o motivo pelo começo por este),  porém o segundo no meu ranking de "favotitagem". Por quê? Porque a ideia de aventura desse título acabou ficando muito infantil... Não que tenha sido ruim escolher fazer isso com o jogo, mas acabou parecendo para mim que era descondizente com a trama já que o DK E O DIDDY FORAM RAPTADOS!!!! Poxa, que tipo de amigo fica tanquilo com o rapto do outro? Deveria ter sido sombrio como o segundo em minha opinião
       
         

A história

                A história se inicia quando a jovem macaquinha loira decide se aventurar por aquele mundo infestado de crocodilos e vespas mecanizadas. Para cruzar os diversos lagos é aconselhada a alugar um barco, e quando o faz recebe de brinde um bebê gorila chorão ( que só me fez gostar dele no meio do jogo). Então, com a dupla formada o jogador pode, enfim, se aventurar e se divertir com o jogo.




O jogo

               O jogo é bastante dinâmico e acredito que isso aconteça por causa dos personagens. Graças  as características especiais deles  é possível neutralizar inimigos, chegar a lugares mais altos, quebrar paredes e "chãos".

Olha isso! Que dó!
              Dixie Kong consegue planar e cair vagarosamente quando gira seu "cabelinho". Não consegue  matar inimigos muito potentes só pulando em cima deles, porém, pode arremeçar o Kiddy Kong,subir em cima dele e assim criar um rolo compressor que mata TUDO que vem pela frente. O bebezão( já mencionado), poder dar dois "rolamentos" sobre a água e arrmeçar a macaquinha para que alcance lugares mais altos, além de poder matar os inimigos potentes pulando em cima deles. Eu gostaria de chamar a atenção para  o fato de o pai desse gorilinha deixar ele sair de casa pra MORRER( sim, morrer, porque eu mato ele frequentemente graças as minhas superhabilidades nos games) nas mãos dos crocodilos e obrigar uma macaquinha adolescente a ser babá dele. MANO, ela nem aguenta carregar ele nas costas!

               Bom, passada a minha indignação de descaso paterno gostaria de falar sobre o restante do game.

                A trilha sonora do jogo é demais ( ainda me pergunto como conseguiam fazer musiquinhas tão boas )! Ela se adequa muito bem a todas as situações do game me fazendo voltar várias vezes a alguns estágios só para ouvi-las denovo.
    Os gráficos são espetaculares para a época. Tentaram fazer um universo 3D com tão poucos bits de resolução e deu CERTO, caramba! ( deem uma olhadinha  em Fire Emblem de DS e vejam a caca que ficou o 3D deles). Além disso, o mapinha desse jogo é navegável! Desde que o jogados tenha os barcos certos ele pode entrar em qualquer parte do mapa e ficar navegando pelas águas dos lagos. Muito bem pensado.


           



                  Uma coisa boa no jogo também é que os vilões são bem diversificados não é apenas Crocodilos, Urubus  e vespas. Bonecos de neve, aranhas, "peixes-palhaço", cachoeiras( sim... parece bizarro mas um chefão é uma cachoeira) dentre outros. Novos "animais amigos" foram inseridos para lhe ajudar, bem como alguns foram removidos( adeus cobrinha....), mas o jogo não foi prejudicado por causa disso.

Para os saudosos só digo uma coisa : VAI JOGAR AGORA porque é muito bom. Para a galera da minha época que nunca viu um SNES na vida sugiro que procurem esse jogo porque a experiência é única.

Obs: Na matéria de encerramento da série, eu posto o Album da Dixie para vocês.



Se gostaram da matéria deem um linke/curtir na janelinha do face ao lado e não se esqueçam de comentar. Até mais!( Visitem o resto do site, vale a pena!)














         
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Super Mario Bros. 2 - Mario Madness - SNES Review

E então foi criado “Mario Bros. 2”






Esse jogo é um mistério, pois tudo nele é absolutamente diferente de todos os jogos da franquia  “Super  Mario”

 As diferenças se iniciam com o fato de o jogador ter de escolher um personagem pra jogar a aventura já que antes a única escolha era jogar com o Mario . As opções são  : Mario, Luigi, Princesa Peach e Toad. Os personagens Luigi e Peach possuem habilidades especiais, o encanador pula mais alto enquanto a princesa plana durante um tempo, no entanto o Mario e o Toad nada fazem de especial.  Além disso a opção “Two Players”(dois jogadores), desapareceu desse jogo mas isso não é uma diferença tão drástica por que esse modo “multiplayer” era na verdade um revezamento pra  introduzir o Luigi na história.









As outras mudanças no modo de jogar  aparecem durante o game. A primeira fase se inicia de maneira pouco clara: o seu personagem sai de uma porta  no alto do céus e vai caindo até alcançar o chão onde existe outra porta que o levará a real primeira fase. Logo no início o jogador nota que o sistema “cresce-encolhe” envolvendo cogumelos desapareceu dando lugar a um sistema de corações: Cada dano recebido faz um dos corações ao lado sumir e quando todos se forem o jogador perde uma vida. Além disso, não há mais caixinhas surpresas ou blocos para quebrar pois todos os itens necessários se encontram embaixo da terra  sendo necessário que o jogador os desenterre.Os inimigos também mudaram. Não existem mais Koopa Troopa(tartarugas) ou Goombas(os seres marrons com dois pés)  todos foram substituídos  por criaturas mascaradas incluindo os Shyguys e outras não como a Birdo que fazem sua grande estreia neste jogo, e para matar os inimigos não adianta mais pular em cima, você deve arremessar coisas neles ou uns nos outros . Um outro fato curioso é que o vilão desta aventura não é o Bowser e sim um Sapo gigante...Realmente não faz muito sentido.


Apesar de possuir mapas na sua maior parte horizontais  assim como qualquer jogo do Mario de NES ou SNES, neste jogo também é explorada a verticalidade das fases, sendo muitas vezes necessário subir escadas, cordas ou correntes. Um fato interessante é que os canos, que te carregam para o subsolo,  muito comuns nos games do Mario sumiram e deram lugar a vasos, dentro dos quais você encontra itens como chaves para abrir portas trancadas, e portas que te levam para o interior de montanhas, armazéns   ou para realidades paralelas.
Os mapas e backgrounds  variam de colinas a desertos, de nuvens a castelos, todos muito divertidos e se encaixam perfeitamente  a trilha sonora  também inédita e com pouquíssimas referências aos outros jogos da franquia, e somados proporcionam uma atmosfera descontraída durante todo o game, exceto durante os chefões, pois nestes momentos as músicas se tornam mais “tensas” .

Uma coisa engraçada é que pra justificar um jogo tão sem sentido e que não tem quase nenhuma relação com todos os games do Mario foi posto no início uma introdução “sem pé nem cabeça” e no final do game o Mario dormindo em sua cama e sonhando com essa aventura. Então tudo foi fruto da imaginação do Mario, é por isso que o jogo é tão doido! Na verdade não. Só esta prestação final não explica o motivo da existência de tantas diferenças nesse game . Uma hipótese pode ser a vontade de inovar a franquia  pois foi a primeira aparição do novo Luigi, magro e mais alto que seu irmão gêmeo Mario. 


Eis a prova!

Mas esta ainda não é a resposta. O verdadeiro “ Mario Bros.2” só foi lançado no Japão e como ele era parecido demais com o primeiro da série, nos EUA, foi decido lançá-lo apenas em uma edição especial  de “Mario Bros”  com o nome de “Mario Bros. Lost Levels”. Essa edição especial se chama “Mario All-Stars” e possui todos os games da franquia “Mario Bros.”  inclusive o jogo que é o assunto deste post. Então se ele não é o verdadeiro “Mario Bros.2” o que ele é? Uma cópia de um jogo que não tem nenhuma relação com a série Mario: “Doki Doki Panic”. Para fazer esse cópia a Nintendo não se importou em não ser sutil, ela copiou absolutamente tudo a  única diferença é que ao invés de 4 árabes são 4 personagens da franquia “Mario”.  


De qualquer forma é um ótimo jogo, então procurem jogar! Divirtam-se!



Produtora:Nintendo
Desenvolvimento: Nintendo
Gênero: Plataforma
Número de jogadores: 1
Nota: 7,0 ( Um bom jogo, mas as vezes parece um pouco impossível de resolver)



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Super Mario World 2: Yoshi's Island - SNES Review


A matéria de hoje é sobre um clássico do Super Nintendo: “Yoshi’s Island” .

O jogo se inicia com uma narrativa típica de entrada de livros infantis “ Há muito, muito tempo atrás” que introduzirá a história dos gêmeos Mario e Luigi e a parceria deles com a raça Yoshi! Aparentemente o jogo pode parecer bobinho, ainda mais com a trilha sonora da entrada que se aparenta com musiquinhas de ninar, entretanto é um jogo bem inteligente que utiliza bastante os recursos dos personagens para se fazer explorar as diversas fases ,algumas com mapas um tanto confusos.


No jogo “Super Mario World” , o Yoshi era apenas um coadjuvante, ou melhor, uma montaria para  Mario que servia para engolir inimigos. Entretanto em “Super MarioWorld 2: Yoshi’s Island” , Yoshi é o principal! Sua missão é carregar o pequeno Mario e resgatar seu irmão que fora sequestrado. Para essa tarefa Yoshi conta com sua velha habilidade de engolir inimigos e arremessa-los com a boca e com a nova habilidade que transforma os inimigos em ovos que poderão ser arremessados posteriormente (com direito a mira!). Além disso em algumas fases é possível encontrar caixinhas flutuantes que ao serem atingidas pelo Yoshi transformam o lagartinho em máquinas, como uma furadeira.




Mas apesar de o Yoshi ser o principal, o pequeno Mario não é esquecido. Como o jogo se passa no início da vida do encanador Mario, ele ainda é um bebê indefeso e Yoshi, seu primeiro amigo, tem o dever de ajudá-lo. Durante toda esta saga toda vez que oYoshi é atingido por algum inimigo , Mario sai voando em uma bolha de sabão gigante enquanto chora , e caso não seja alcançado pelo jogador resultará em um game-over. Mas o Baby Mario não é só um peso a ser carregado, pois muitas vezes uma estrela especial aparece na tela e se for pega o pequeno Mario se transforma no Super Baby Mario ( uma versão bebê, de quando o Mario obtinha a pena), que é invencível ,rápido e ideal para completar missões do jogo.

Além dessa reformulação no modo de jogar com os personagens, o visual do game também sofreu mudanças. Em muitas fases o cenário parece sair de contos de fadas repleto de nuvens e gramados, mas também possui fases subterrâneas e em castelos assombrados , entretanto, não importa onde seja a aventura: a atmosfera do cenário nunca é pesada ou sombria, sempre parece infantil mas no sentido de ser fantasiosa, impressão que é muitas vezes reforçada pela “pintura”que parece ser feita em alguns casos com giz de cera. De qualquer forma, o design do jogo é espetacular para a era dos 16 bits ( até hoje eu posso jogar sem me incomodar com a imagem do jogo).Quanto a trilha sonora, o jogo conta com músicas novas mas também com músicas do primeiro jogo, todas muito divertidas afinal é a ilha dos Yoshi!

Este jogo, assim como o “Super Mario World”, não é muito difícil, a não ser em algumas ocasiões nas quais o jogador precisa quebrar um pouco a cabeça para liberar telas secretas, mas nada extremamente desafiador. A verdade é que o jogo é muito divertido, e agrada a quem é fã da série e a quem não é, ainda mais podendo jogar com um Yoshi de cor diferente a cada tela.Então se puder arrume uma fita de SNES ou então baixe o emulador e o ROM desse jogo, tenho quase certeza de que não vai se arrepender.

Desenvolvedora: Nintendo
Distribuidora: Nintendo
Gênero: Plataforma
Número de Jogadores: 1
Nota : 9



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