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sábado, 16 de março de 2013

Resident Evil: Revelations - Data de Lançamento Confirmada!


Helloo!   -sqn

Eis a chata da #domo_girl passando por aqui de novo para trazer novidades para vocês!  (HAHA’

Depois de uma longa espera... A data de lançamento foi anunciada! O novo Resident Evil: Revelations será lançado dia 21 de maio nos Estados Unidos para PS3, Xbox 360, Wii U e PC.



O jogo conta agora com algumas mudanças que eu, particularmente, achei bem interessantes...

 - O game já havia sido lançado há um tempo para Nintendo 3DS, com o estouro do lançamento no Japão (com direito a brindes como itens e armas especiais para os primeiros compradores como a Samurai Edge para a Jill, Government de Parker e G18 de Jessica). O game está concorrendo ao prêmio Pocket Gamer Awards 2013. 






 - O novo Resident Evil: Revelations conta com um novo nível de dificuldade, intitulado “Infernal Mode” (certo, podemos fazer algumas suposições apenas pelo nome ‘simpático’ do nível... O_O), nesse módulo do jogo, os desafios serão mais elevados, além de contar com um maior número de inimigos e a reposicionamento de itens e adversários a cada partida. Quem vai encarar??



- E depois de tantas reclamações, esse Resident Evil voltará a ser mais ao modo “Survivor Horror” que os antigos fãs da série tanto amam! O jogo faz a ponte entre os acontecimentos de "RE4" e "RE5" e tem como protagonista Jill Vallentine. Personagens novatos estam na lista, mas o antigo parceiro de Jill, Chris Redfield também está no jogo. (para nossa alegria!)



 - Grande parte de "Revelations" se passa no navio Queen Zenobia. O confinamento nas câmaras do navio amplificam a sensação de 'horror de sobrevivência' e relembram à mansão do primeiro jogo, além de garantirem ótimos e épicos sustos durante o decorrer do jogo.



 - Há passagens em flashback em outras locações, que aos poucos explicam os acontecimentos do jogo, mesclando um ótimo roteiro aos gráficos em HD adaptados para as novas plataformas. Em uma entrevista dada recentemente, o produtor do jogo, Tsukasa Takenaka afirmou que personagens como Chris Redfield ganharam novas texturas em suas roupas e até porta-objetos extras em suas cinturas.      (menos objetos surgindo do Além! Kkkkkk)



 - "Revelations" terá legendas em português do Brasil no PC, PS3, Xbox 360 e Wii U. Com isso, o game segue o padrão estabelecido em "Resident Evil 6".

- Jogabilidade: Na versão HD, "Revelations" utilizará o mesmo sistema de controle do recente "Resident Evil 6". Você anda e atira ao mesmo tempo e pode mirar em qualquer alvo enquanto se movimenta. A disposição dos inimigos no cenário será diferente da vista no Nintendo 3DS, para pegar de surpresa os jogadores que conhecem o título original do 3DS. (Então se você é um gamers que estavam apenas esperando para jogar em alta resolução sem se assustar novamente, não conte com isso!  Rsrs)



 - Partidas Multiplayer: "Resident Evil: Revelations" não terá suporte ao jogo cooperativo em sua campanha principal - que se divide em 12 estágios e não é tão longa quanto de "RE6". Para prolongar a vida útil do jogo, há o modo ‘Raid’, em que dois jogadores podem unir forças em partidas online, detonando monstros em uma corrida contra o tempo através de fases já vistas na campanha principal, o que facilita na liberação de novos itens e melhorias para as armas nesse módulo.



 E por hora é isso galera! Espero que tenham gostado.. Fiquem a vontade para dar curtir/like e fazer uma escritora/equipe muito feliz! Logo estarei postando outras novidades, aguardem e fiquem atentos!   


  



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Dragonborn DLC De Skyrim! Vale ou Não a Pena Jogar?



  Ola galera, baixei a nova( e cara! D: ) DLC do Skyrim! Vou comentar um pouco a respeito do que eu experimentei e a partir disso digam  se vale a pena ou não jogar.

A nova DLC do Skyrim me surpreendeu em muitos pontos mas me decepcionou quanto ao enredo da historia. Para quem gosta de explorar o jogo ficou bem bacana já que a nova DLC possui um novo mapa cheio de cavernas, itens e monstros novos.





A  história principal da DCL ficou curta ( cerca de 3 horas) porém sua idéia é boa: você tem que se encontrar com o primeiro Dragonborn  da história! Durante a nova saga é possível  adquirir  2 Shouts novos bem como as armas e a armadura do primeiro dragonborn. O jogador também ganha uma espécie de “ Perk “ para aumentar o poder de um dos shouts (qualquer um! ) e para aqueles que conseguirem terminar a  DLC há uma surpresa(DICA:"modificar a Skill Tree").






A DLC custa 1600 Microsoft Points para baixar e está em terceiro lugar dos jogos mais populares do momento ( eu não achei que merecesse tão colocação, poderiam ter melhorado bastante coisas... mas ainda sim é divertido de se jogar)



Bom por enquanto é só, se gostou não se esqueça de curtir/like, pois ajuda muito na divulgação do blog, e nos encontramos na próxima! Até mais!( Não esqueça de comentar)







quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

DMC: Devil May Cry! Lançamento e Analise!



Olá galera, hoje vou falar sobre o mais novo lançamento DMC: Devil May Cry. O game  foi anunciado há algum tempo e gerou  muitas duvidas  a respeito da historia e do novo Dante ( bem diferente do antigo que já conhecíamos).



       Primeiro ponto, "Os Esclarecimentos":  o novo título da serie, não é a continuação do "Devil May Cry 4". "DmC" reconta a história do primeiro jogo em um universo paralelo, porém, há uma maior preocupação em revelar o passado dos irmão Dante e Vergil ( família, poderes, etc tudo explicadinho).




     A jogabilidade está muito boa, deixaram de disponibilizar aqueles velhos combos "programados". Agora o jogador tem a possibilidade de trocar as armas rapidamente  durante os combos criando sequencias longas, mais poderosas e até mais extasiantes de se ver. Apesar de parecer pouco, esta troca de equipamentos (alguns exclusivos deste game) garante uma melhora no sentimento de estar "controlando o personagem" conferindo ao jogador um pouco mais de integração nos momentos de luta.



       Os gráficos do jogo dispensa comentários, estão ÓTIMOS! Cenários bem detalhados e bem coloridos,  os personagens tanto o rosto como as roupas estão bem detalhados( Yod diz : " Céus, o design foi tão bem estudado e elaborado pra esse game que chego a preferir este novo Vergil ao antigo"). Conseguiram tornar jogo nada enjoativo!  Uma serie de eventos ocorre frequentemente em meio as batalhas e em diversos locais  que  tira aquele sentimento de mesmice.



O que me incomodo um pouco, é que de vez em quando o jogo ocorrem alguns bugs, como o monstro ficar parado num canto da tela sem fazer nada... bem, todos os jogos tem algum bug e este não chega a atrapalhar o andamento do jogo.

Enredo (Cuidado! Contém spoilers do ínicio do game).

A historia do jogo começa com uma garota médium, Kat, que faz parte de uma organização chamada “ The Order " que tem o trabalho de eliminar demônios tanto no Limbo ,um mundo paralelo dentro do jogo, quanto no plano dos humanos. A missão de Kat é encontrar Dante antes que o Rei Demômio o faça e destrua nosso protagonista



      Enquanto toda essa busca ocorre, Dante vive em um trailer e aparenta ter perdido toda a sua memória  até que é enviado ao Limbo por forças ocultas. Lá, vários demônios o atacam porém é salvo por Kat que o ajuda a sair deste plano infernal e voltar ao mundo dos homens.

Depois disso, os dois se encaminham para “ The Order “, onde nosso herói encontra seu irmão Vergil que  irá ajudar na batalha contra o Rei Demônio( sem mais spoilers!).



O jogo foi lançado hoje e recebeu nota 8.0! Este novo título superou minhas expectativas pois  não acreditava que teria uma historia tão boa sem o velho Dante. Recomendo a todos jogarem!









Bom por enquanto é só. Se você gostou não se esqueça de clicar em "curtir/like", pois nos ajuda a divulgar o blog além de receber o melhor conteúdo sobre tudo que acontece no mundo dos games! Até a próxima!




quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Resident Evil 6 Analise Completa!



Ola galera, hoje irei fazer um review sobre o jogo Resident Evil 6, um jogo que foi muito aguardado desde o ano passado.

Depois de ter conseguido terminar as 4 campanhas, notei muitas coisas que ficaram boas no jogo mas ainda sim o jogo deixou um pouco a desejar, se formos comparar com alguns jogos da serie anterior. Apesar de ele ter zumbis ( zumbis normais, não aqueles que andam de moto usam armas e fazem faculdade ) na campanha do Leon, que seria uma campanha com mais suspense e terror, ainda sim, não ficou aterrorizante e eu particularmente não levei nenhum susto enquanto jogava, ele ainda puxou mais pra ação e outra coisa também é que eu achei que o jogo em si, teve muito mais apresentações do que você mesmo em si jogando o jogo.



Eu gosto ainda mais das séries antigas do jogo, particularmente a melhor que eu achei foi o Resident Evil 3, mas o que realmente me incomodou foi que o jogo esta cada vez mais com o estilo de jogo de ação do que jogo de terror, eu joguei o Resident 4 também, que foi onde começou o estilo do jogo a mudar, mas ainda sim aquele jogo ficou muito bom, foi um dos melhores Residents que eu joguei até hoje, em questão de historia, gráfico e jogabilidade.

E outra coisa que eu odiei nesse jogo foi o “ limitador de socos e chutes “, eles deveriam ter deixado da forma antiga ainda, tiro na cabeça ou na perna o inimigo fica “ demasiado “ e vem a opção para chutar ou socar, mas colocar um limitador pra parecer mais realístico que o personagem iria se cansar não fico legal e outra, mesmo com as 4 campanhas o jogo ainda ficou curto comparado com os outros da serie.

Apesar disso tudo, eu gostei muito de jogar ele, o gráfico do jogo está realmente excelente, não tenho nada a dizer contra, as vozes dos personagens estão muito boas, musica de fundo do jogo também está ótimo.
O novo sistema de encher sangue que agora é Tic Tac de erva ( rsrs ), ficou muito melhor e ajudou o jogo a ficar mais dinâmico, do que você precisar ir toda hora no inventario pra combinar as ervas e depois tomar, isso também vale pra troca de armas.



As 4 campanhas ficaram boas, a do Leon é mais puxada pro terror, a do Chris esta mais para ação, A do Jake está mais para uma fuga e a da Ada que é uma mistura das 3 juntas.



Eles continuaram com o co-op offline que eu achei muito bom, já que agora todos os jogos pra co-op só dão pra jogar na live ou na psn, o que me estressa de vez em quando.

Desenvolvedora: Capcom
Publicadora: Capcom
Diretor: Eiichiro Sasaki
Produtor: Hiroyuki Kobayashi, Yoshiaki Hirabayashi
Nota do jogo: 4.5 até 6.0 ( eu daria nota 7.5, pois o jogo ficou bom e vale a pena jogar )

Bom galera por enquanto é só, espero que tenham gostado, não se esqueça de clicar em curtir/like para nos acompanhar, e fique sempre atualizados sobre tudo que acontece no mundo dos games, até a próxima.





quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Darksiders 2 - Review!



Ola galera, hoje vamos falar sobre uma sequência banstante esperada: Darksiders 2.

Os protagonistas da historia foram baseados nos 4 cavaleiros do apocalipse, personagens já existentes na religião Cristã. No entento, diferentemente da verdadeira historia que dizia quando a besta viersse a terra os 4 cavaleiros estariam ao lado dela , os cavaleiros do jogo tem o trabalho de manter o balanço entre o bem e o mal quando o Armagedon chegar a terra.

Nessa continuação você jogará com o cavaleiro “ Death “, que está a procura de uma forma de inocentar seu irmão, o cavaleiro “ War “, acusado de ter iniciado o Armagedon antes do tempo estipulado pelo Conselho Carbonizador. Death ,sabendo  War é o cavaleiro mais honroso e incorrupto, fica furioso quando descobre que ele será julgado.

Ignorando as ordens do conselho e crendo que seu irmão seja inocente, Death sai em uma jornada pessoal para provar a inocência de seu irmão. Em sua jornada, além de cruzar o Céu e o Inferno, ele viajará até o Reino dos Inferiores, uma terra entre o Paraíso e o "Vale do Desespero", para pedir ajuda aos poderosos seres que ali governam.



Os outros Cavaleiros “ Fome “ e “ Peste “ também vão aparecer no jogo, mas como personagens não jogáveis, que terão que aguardar seus próximos jogos continuando a saga dos Cavaleiros do Apocalipse.

Neste novo jogo , será possivel saquear corpos dos inimigos para encontrar novas armas e armaduras para seu personagem, além de haver um novo e completo arsenal para que o jogador equipe seu personagem. Haverá muitos  novos combos, magias e skills que  poderão ser usados conforme aumentar o level do personagem.

Os cenários do jogo estão fantásticos.  Os mapas são ricos em detalhes e cheios de vida contrastando com a essência mórbida do protagonista desta continuação. Há muito que poderá ser explorado em cada     cenário afim de  encontrar itens secretos e mais segredos do jogo, como por exemplo algumas sidequests. As épicas batalhas cotra chefes gigantes também voltaram, então não há do que reclamar.



Um  jogo muito bom e também muito dinâmico. Desde que o jogador se empenhe, haverá muito o que ser explorado nessa grande aventura.
Disponível para Playstation 3, Xbox 360 e PC.

Nota: 8.5

Bom é isso ai galera, deixarei o trailer e o gameplay do jogo logo abaixo para quem se interessou. Não esqueça de clicar em “ curtir/like “ para nos acompanhar e ficar sempre antenado em tudo que acontece no mundo dos games. Até a próxima.

                                                                            Trailer
                                                                         Gameplay


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Jouney PS3


  "Uma  jornada longa e solitária em busca da história de um povo." Esse seria a sipnose que eu faria para este game fantástico.

                 O jogo se inicia com o você parado em um deserto, sem mapas, sem direções apenas a sua frente uma  montanha gigante com uma luz em seu topo... esta é a sua direção. Conforme anda encontra ruínas cobertas de areia do que seria uma antiga cidade ou templo, e descobre em santuários ,ali construídos, a história de seu povo ( o apogeu de sua existência e a queda desta civilização). Além disso, conforme explora os prédios destruídos pelo tempo, o viajante ganha a habilidade de voar (voa pouco pelo menos até aumentar a capacidade de conter energia "espiritual" em sua  capa)



" O Ancestral"
             Não há comunicação no jogo, pelo menos não a que estamos tão acostumados. Tudo se comunica aparentemente com um único som, uma espécie de vibração que o jogador interpretará dependo da situação do jogo. O mais interessante de se notar é a diferença dos ruídos que todos produzem. Enquanto os seres "naturais" ( que são formados por tiras de tecido "sagrado" e que cedem  energia para que o explorador plane por mais tempo) reproduzem sons "sinfônicos" , os artificiais o fazem na forma de maquinário que pode deixar o jogador bem tenso em momentos de perigo. Há ainda o que parece ser ou Deuses ou os Ancestrais dessa civilização, que mostram a história do povo e que no final darão  forças para que o personagem consiga enfrentar a última provação antes de chegar ao  topo da montanha.


          Tudo no jogo é cativante: a música, a história( que se mostra um reflexo do que possívelmente está iminente de acontecer conosco,humanos)  a arte. Esta última é sensacional, só jogando para se entender. É de longe o jogo mais artístico que eu já passou pelas minhas humildes mãos.
          Outra coisa que me deixou  entusisasmado ao jogar foi a ausência total de violência. Para o jogo é desnecessário e não o deixa forçado nem infantil, na realidade contribui na saga para encontrar a redenção espiritual da criatura.



  O jogo pode ser adquirido na PSN por um preço pequeno se comparado com a grandiosidade. Vale a pena jogar ou pelo menos conferir.
   Se gostou da matéria, de um "curtir/like" na página e mantenha-se atualizado no mundo dos games.



sábado, 21 de abril de 2012

Review: Rocksmith (360)

Bom pessoal, eu sou Sisti STH o mais novo reviewer do blog! A partir de hoje vou fazer reviews de vários jogos para Xbox 360, Wii e PS3.
O Review de Hoje vai ser o de Rocksmith: Autentic Guitar Games para Xbox 360.


Rocksmith, produzido pela Ubisoft, é um jogo diferente dos demais jogos de música que temos hoje no mercado. Isso porque, diferentemente dos jogos musicais cópias do agora defunto Guitar Hero, você deve possuir um instrumento real, e não a guitarrinha de plástico com botões coloridos para jogar. Obviamente, esse novo estilo tem um preço, que muitas vezes é inacessível para a realidade brasileira, o que afastará muita gente deste excelente jogo.

Gameplay:
Ao iniciar o gameplay, o jogo irá coletar informações sobre seu instrumento como tipo de headstock e afins. Logo após, um rápido tutorial vai ensinar o jogador a afinar o seu instrumento e o convidará a fazer barulho com sua guitarra. Depois disso o tutorial termina lhe ensinando como produzir sons com a magrela e fazendo o jogador tocar o clássico riff de "Satisfaction" dos Rolling Stones. A partir daí o jogador tem várias opções, como aprendizado de técnicas na guitarra ou treinamento de riffs das mais de 50 músicas que vem no disco, divididas em várias venues que, ao serem completadas, dão acesso ao show de cada venue, no qual as músicas são tocadas na íntegra para uma platéia crescente, e, caso o jogador tenha um ótimo desempenho, pode ocorrer um Encore onde o jogador joga uma música que não foi treinada. Caso o jogador consiga se dar bem na música inédita, ocorre um Double Encore, onde outra música inédita ainda mais difícil deve ser tocada. Terminar uma venue abre a venue seguinte com mais técnicas e músicas progressivamente mais difíceis. Além disso, obter um score maior que 30000 pontos em uma música desbloqueia o pedal de distorção usado na música e o tom característico dela para uso no Amp Mode. O Amp Mode transforma seu console em um amplificador de guitarra, com mesa de som e diversos pedais e customizáveis para gerar distorções únicas, com a saída de som vindo da TV ou Home Theater. Vale ressaltar que o uso de cabos analógicos para a transmissão do som é aconselhável nesse modo, uma vez que com o cabo HDMI o som sofre lag, confundindo muito o músico/jogador.
Fora da Carreira o jogador pode acessar diversas leituras de uma mesma música, podendo tocar versões mais simples da música ou as versões completas com os solos e afins. Há uma divisão de músicas em Single Note que são aquelas que só possuem notas harmônicas, Chord que são aquelas compostas somente por acordes ou Combo, que são as que misturam ambos os elementos. As aulas técnicas são bastante instrutivas e ensinam coisas importantes no aprendizado da guitarra como por exemplo tutoriais para realizar Hammer-Ons e Pull-Offs, ou Slides. O jogo ajusta a dificuldade das passagens de acordo com o desempenho do jogador durante a música e o nível dele, que é medido pelos RPs obtidos ao completar músicas. Acertando todas as notas em uma música sem errar disponibiliza o Hardcore Mode para aquela música, onde o jogo não mostra as notas que devem ser tocadas.

Apresentação:
Para apresentação, comecemos pelo som, já que este é um jogo musical. Em primeiro lugar, todas as musicas presentes neste jogo são as versões originais, ou seja, nada de covers. Em segundo lugar, a seleção de músicas é bem variada, desde Rock Clássico, passando por Punk, Alternativo e até Speed Metal (Representado pela banda Megadeth, cuja músicas podem ser acessadas em DLC). Entre a nota ser tocada no instrumento e a nota ser captada pelo jogo quase não há delay, e o tom em que é programada a distorção é idêntico ao tom original da música (Nas minhas guitarras Epiphone SG Special e Dean Dave Mustaine Signature VMNT que foram usadas nas fases iniciais da análise e estágios mais avançados respectivamente, o som era praticamente o mesmo, porém é provável que haja um comprometimento na qualidade de som em instrumentos de menor qualidade), o que contribui para a maior imersão do jogador. O uso do cabo HDMI,como dito anteriormente, acentua o lag entre a nota ser tocada e o som sair da TV, sendo aconselhável o uso de cabos analógicos. Os gráficos não são nada absurdos, mas não precisam ser, visto que o foco do jogo é no som, não na imagem. O único problema gráfico real é o Color Coding das cordas que no começo é um pouco difícil de se acostumar, mas nada que comprometa em demasia a experiência. Também vale ressaltar que os visuais das pessoas que aparecem nos shows é meio borrado, mas falando como músico agora, você nem vê direito a platéia enquanto você toca, então ponto pro jogo por mostrar esse lado também.

Veredicto:
Este é um jogo muito bom! Não importa se você é novato ou toca há um bom tempo, esse jogo tem grande chance de lhe ensinar novas músicas ou técnicas. Obviamente, os novatos irão aproveitar o jogo ao máximo já que o aprendizado deles será muito maior que do músico mais experiente, mas mesmo os shredders podem aprender uma coisa ou outra com esse jogo. Quanto aos pontos descontados, eles acontecem principalmente pelo preço mais elevado desse jogo (já que ele vem com o cabo especial para se conectar a guitarra ao console) e a obrigatoriedade de se ter uma guitarra de verdade em casa para poder jogar o que vai impossibilitar a maioria dos leigos de joga-lo. Obviamente existe um pacote deste jogo que inclui uma guitarra Epiphone Junior Les Paul, palhetas, e stickers para a numeração das casas, só que este não está disponível para nós brasileiros muito facilmente, sendo necessário importá-lo. Não substitui um bom professor, mas é uma excelente ferramenta de complemento aos estudos da guitarra elétrica.


Rocksmith: Autentic Guitar Games
Produtora/Desenvolvedora: Ubisoft
Nota: 8,0/10 -Muito bom

quarta-feira, 21 de março de 2012

Asura's Wrath, Historia e Analise!


Ola galera, hoje vou falar sobre minha analise do jogo Asura’s Wrath, um bom jogo, com uma ótima historia.
Asura’s Wrath é um jogo bem diferente do que eu imaginava ser, pelos trailers que eu tinha visto e o que eu ouvi falar dele, pra mim ele seria mais no estilo do God of War mas com a cultura japonesa, mas não é bem assim.

O jogo é bom, tem varias cenas de ação, muita pancadaria, drama e historia interessante, mas o que matou ele foi que em questão de combate ele se tornou muito repetitivo, você não aprende novos combos, você usa o que você sabe do inicio até o fim, e com isso ele acaba se tornando meio enjoativo.

E também ele não tem aquela coisa de você explorar a área, ver se acha itens secretos ou poderes, você simplesmente assiste ao filminho sobre o fato que ta acontecendo, e aparece no meio da luta, e quando você termina de lutar você vai para outro filminho, e fica nisso até acabar o episódio.



A qualidade gráfica do jogo eu achei ótima, pra um jogo da cultura japonesa achei bem legal aquele gráfico meio de desenhos japoneses, e as musicas de fundo também são épicas, mas o que matou mesmo foi o modo de batalha que ficou muito repetitivo, afinal, todo mundo gosta de uma aventura que você seja livre para explorar a área, e o que mais me motivou a continuar a jogar até o fim foi a historia do jogo, que praticamente foi o que salvou o jogo.

Agora vamos falar um pouco da historia do jogo.



Asura é um dos 8 generais guardiões, que luta para proteger o Céu e a Terra de uma ameaça chamada Gohma, um monstro vermelho meio nojento, após uma batalha que determinaria o futuro do planeta, Asura sai vitorioso. Voltando para sua casa com todos celebrando sua vitoria, Asura é chamado pelo Imperador.

Chegando na sala do Imperador, Asura encontra o Imperador morto, e descobre que ele foi assassinado, neste momento um dos guardas chega a sala, e como só tem o Asura e o corpo do Imperador, Asura é imediatamente culpado de ser o assassino, e todos querem ele morto até seus parceiros de guerra.



Asura corre de volta para casa, para proteger sua mulher e sua filha, mas chegando em sua casa, já era tarde demais, sua esposa tinha sido assassinada e sua filha seqüestrada, Asura foge e vai em busca de sua filha. Chegando na base principal da nave, ele vê seus companheiros de batalha e com eles outra pessoa chamada de Deus’ que se auto-nomeia não só o novo Imperador como o assassino do Imperador. Asura tenta lutar contra ele, mas perde, a diferença de força era absurda, e com isso ele é jogado no espaço.E com isso ele entra numa espécie de meditação.


Quando ele acorda, a um pequeno problema, Asura descobre que ele passou 12 mil anos desacordado, e imediatamente vai em busca de sua filha, depois de uma tempo procurando chega numa pequena aldeia, cuja o povo estava sendo “ escravizado” por Deus’ , Asura tenta imediatamente acabar com aquilo, mas só que nesse meio tempo, um dos seus antigos parceiros de batalha aparece, e quer matar Asura.

Bom o resto da historia eu vou deixar para vocês jogarem e verem, é um bom jogo com uma boa historia para quem gosta da cultura japonesa.

Produtora -  Capcom
Diretor - Seiji Shimoda
Estilo – Aventura e Luta
Plataforma – Xbox 360 e Playstation 3
Nota do jogo – 5.5
Nota que eu daria pro jogo – 6.5

Bom por enquanto é só galera, pra quem gostou não esquece de clicar em curtir, deixarei o trailer e o gameplay do jogo logo abaixo para quem quiser dar uma olhada.

                                                                             Trailer

Gameplay




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